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22 de fevereiro de 2010

Tem gente que nao sabe amar ♪

Não somos bruxos, não praticamos nenhum tipo de magia, nem fazemos nada de realmente especial. Somos humanos, e somos normais. Tudo o que sabemos sobre amor, é que amar é realmente magico. Quando amamos, sentimos borboletas a nossa volta, passamos a entender o que todas as canções de amor diziam, e percebemos como os dias são mais bonitos e mais coloridos. Ficamos mais vaidosos, e sonhamos - acordados ou não - com a pessoa amada. Amar é perfeito, e não merece explicações.

Acontece, que o amor foi banalizado, e acabou virando bom dia. Falam de amor, como se quem sabe falar de amor, soubesse amar de verdade, como se todos soubessem o que é amor, e como se amassemos até o porteiro do prédio da nossa tia. Confundimos - ou banalizamos - o amor com afeto, carinho, cuidado (...). É incrível como tudo hoje em dia tem sido banalizado. O amor entre sexos, amigos.. Tanto faz. Com a tecnologia e a facilidade de tudo hoje em dia, quem precisa realmente amar ? As pessoas de verdade. É como se amor, ou qualquer sentimento de verdade, fosse descartado, em troca de computadores modernos, e sites de relacionamentos.

É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã. Mas é preciso amar com sinceridade, e limites. Ninguém aprendeu a amar as pessoas de forma moderada, e a medir o que realmente sentimos. Podemos não saber se amamos aquela amiga que fizemos a um mês, mas que se mostrou extremamente especial, mas sabemos que ela é especial. Não devemos divulgar um amor, se esse não existe.

11 de fevereiro de 2010

Amigo Imaginario (...)

Ana era uma menina quieta, educada, meiga, e tudo que uma mãe desejaria para uma filha. Tinha apenas um problema, era quieta demais, tinha poucos amigos, alias, não tinha amigos de verdade, como toda criança tem. Não brincava de amarelinha, pique-esconde, pega-pega, boneca.. nada disso. Ana gostava era de falar sozinha. O motivo ? Ninguém sabia. Passava o dia no quarto, falando com sua amiga, que ela chamava por Marina. Ia para a escola, chegava em casa, almoçava, fazia a lição, e logo em seguida dizia que Marina à chamava pra brincarem. Passavam o dia falando, brincando, era pedra papel e tesoura pra cá, discordar prá lá, dois ou um.. Tanto faz, qualquer coisa, nunca com brinquedos, sempre uma com a outra. Marina era a única amiga de Ana, e Ana, realmente, tinha a amizade de Marina como uma amizade real. Isso nao virou um problema futuro pra ela, mas poderia ter virado.

O que Ana tinha se chama amiga imaginaria, e todos nós já tivemos uma ou um, algum dia. É divertido, bonitinho, e tudo. Mas tem que ser uma coisa saudável, nossos amigos imaginarios não podem serem os únicos. Quando crianças - principalmente - precisamos conviver com crianças da nossa idade, brincar de tudo, correr, pular, se machucar - não existe infância sem machucados, não é ? - e tudo de bom que essa idade maravilhosa tem. Uma criança que não brinca, tem grandes tendências a ser isolada na adolescencia, e passar por problema psicológico.

Esse mundo on-line onde as crianças de hoje em dia vivem, não ta com nada! Criança precisa de amigos reais, brincar de bonecas, pular corda, correr, rir! Tirem seus filhos do computador, reservem um tempo para eles, e não esqueçam, problemas no trabalho ou em qualquer lugar, não são desculpa para crianças serem esquecidas 'dentro' de computadores e vídeo games. Crianças com problemas de visão, na coluna e principalmente psicológicos, precisam de ajuda o mais cedo possível. Ninguém quer ter um amigo imaginário na adolescencia. Isso além de ser motivo para Bullyng, é preocupante.

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Eu queria primeiro agradecer por todos os comentários, e por todos os leitores! Cada um de vocês é importantíssimo pra mim, e são vocês que me dão força e animação para continuar escrevendo. Muito, muito obrigada a todos!
Depois, eu queria pedir desculpas por postar tão pouco. Não ando tendo muitas ideias, mas sempre que me vem alguma coisa na cabeça tento escrever, as vezes sai texto, as vezes não.
E mais uma vez, muito obrigada por me acompanharem durante mais de um ano de Utopias! Beijos!

29 de janeiro de 2010

Earth..


Haiti, o pais mais pobre das Américas, foi-se ao chão, e ninguém pode mudar isso. Famílias inteiras foram desestruturadas, pessoas morreram, crianças, mães, pais, primos, amigos, não voltarão mais para casa. Sorrisos, brincadeiras, tudo virou um passado distante que irá demorar para voltar. A prioridade agora é tentar salvar o pais de mais catástrofes, e lutar pela sobrevivência. Ninguém sabe ao certo se realmente quer sobreviver para ver o mundo acabar, mas o instinto de sobrevivência fala cada vez mais alto. Países, famílias, empresas, amigos.. Todos se mobilizando para amenizar o sofrimento de tantos. Vivemos com tanto luxo, e não aproveitamos isso. Quando o mundo passa por situações extremas como essa, é que nos damos conta de como não percebemos que nossa vida é maravilhosa, e precisamos aproveitar isso.

Somos seres humanos, racionais, e temos tudo para viver em paz, mas não sabemos aproveitar as oportunidades certas. O homem, destrói a própria casa, a própria vida. E enquanto uns destróem tudo, e pioram cada vez mais a situação do nosso 'lar', outros tentam reconstruir o que foi destruído. Os extremos estão sendo mostrados agora. As garras, os dentes, a vontade de viver. O mundo entra em colapso e todos vamos atrás de novas soluções para isso.

Cada um precisa fazer a sua parte, e quando todos o fizerem, e realmente se derem conta que nada é infinito, e que a tecnologia, ainda não aprendeu fabricar ar e água, viveremos em um mundo melhor, mais harmônico e organizado. Precisamos cada um poluir cada vez menos e gastar menos àgua, e todo dia, mais pessoas precisam se dar conta disso.
Não nascemos para destruir uma obra tão linda da natureza. E eu não vim parar na terra, para ver o homem destrui-la. A minha parte eu vou fazer, e vocês, farão a sua ?

18 de dezembro de 2009

Capricho Awards

Eu ainda não acredito que a capricho tenha virado tanta modinha. Serio mesmo, eu fiquei pasma com os resultados do Capricho Awards 2009. Eu não sei bem se foi pasma, apavorada, decepcionada, revoltada ou todas essas opções ao mesmo tempo. Sério mesmo. Os resultados estão aqui, e é só clicar pra se apavorar. Eu ainda to tentando descobrir como que a banda Cine teve seu nome citado em duas categorias; daonde o Robert Pattinson é mais bonito que tooodos os outros famosos do mundo todo, a troco do que a Kristen é a mais estilosa, e por que a Taylor Swfti tem uma fama tão grande. Eu tenho certeza que ela só canta, não faz mais merda nenhuma. Realmente, a Capricho ta tentando alienar todo mundo, e fazer as pessoas pensarem que o mundo, se baseia em um mundo ridículo de Disney e Crepusculos da vida. Eu odiei modinha a minha vida toda. Tanto que só resolvi ler crepusculo em outubro, e faz uma semana ou duas que eu terminei de ler. Esperei a febre passar, Lua Nova sair no cinema. Alias, Lua Nova não foi o melhor filme lançado em 2009. Não foi mesmo!
Me irritei com a capricho agora.

10 de dezembro de 2009

E agora ? ...

Tudo estava dando certo, o namoro, as amigas.. Tudo corria bem. A vida de todo mundo, de certa forma já tinha se recuperado desde a ultima vez em que algo assim tinha acontecido. Até que um dia, as pessoas acordaram, e tudo tinha piorado de novo. Ia acontecer de novo, namoros iriam se desestabilizar, amores de amigas estariam ameaçados, e a vida novamente estaria em perigo. Era tão grave assim? Não. Não ameaçava vidas realmente, mas ameaçava a paz que reinava por aqui. Nada estava perfeito, mas nada estava realmente correndo risco de acabar. Por que era assim? Cada vez que essa noticia se espalhava entre as pessoas que eu convivia, menos as pessoas gostavam que isso acontecesse. A vontade de ir nos lugares onde isso iria, diminuía, a vontade de respirar em determinados ambientes também. Passaríamos as ferias tomando banho, para termos certeza que não era de nós que vinha isso? Agendaríamos vezes e mais vezes na depiladora, com medo de que isso fosse contagioso? Ou apenas nos trancaríamos todos dentro de uma casa, segura em que essa ameaça não entrasse? A ameaça não era uma pessoa, não era um animal, era um cheiro, eram atitudes, que todo mundo temia, que ninguém se sentia bem ao ver/sentir. Ainda não se sabemos quais são as atitudes necessárias para estarmos preparados para a época apavorante que nos atingirá, apenas sabemos que precisamos (urgentemente) fazer alguma coisa. Antes que todo mundo perca o controle de tudo que levou mais de um mês para ser estabilizado novamente, desde a ultima vez que aconteceu.

8 de dezembro de 2009

É tão triste pensar, que passaremos 9 meses estudando, e teremos apenas 2 meses e alguma coisa de ferias. Eu sinceramente, chego a ficar angustiada quando me do conta disso. Alguém já parou pra pensar sobre isso? Passamos um ano inteiro estudando, acordando 6:50 da manha, pra termos 2 meses e alguma coisa de ferias, muitas vezes não podendo fazer as coisas que sentimos vontade de fazer o ano todo, como ir nas festas que gostamos, chegar um pouco mais tarde em casa, namorar o dia todo, ir para a praia, tomar banho de piscina.. Não to falando que não vale a pena estudar o ano todo, nem que não se deve estudar o ano todo - até por que, acredito eu, que vale muito a pena - só estou comentando, que é angustiante saber que depois de todo aquele esforço que tivemos o ano inteiro, as provas, os trabalhos, o sono, o cansaço, a paciência (...), teremos apenas dois meses e mais um pouquinho para aproveitar tudo que não podemos aproveitar o ano inteiro. Ou seja, precisamos dar um jeito de colocar 9 meses dentro de dois meses e meio, e ainda dizer, nossa, eu amo ferias.
Sim, eu amo ferias. Mas amaria, se tivéssemos no mínimo um ano letivo mais justo, com professores que nos respeitam, e que merecem o nosso respeito. Professores responsáveis, e que nos mostrem que a nossa responsabilidade vale a pena, que entendam que não temos apenas uma matéria, e sim 10, e que precisamos ir bem em todas elas.
Enfim, queríamos apenas professores, que assim como nós, tivessem capacidade de arcar com as consequências da profissão que escolheram, sejam elas boas ou ruins.

11 de novembro de 2009

Muitas vezes nos espelhamos em relacionamentos alheios, como os que vemos em novelas, filmes.. E sonhamos em ter relacionamentos tão perfeitos, harmoniosos, românticos (...) como os tais. E em muitos casos (normalmente em quase todos), nos decepcionamos. É preciso perceber que cada caso é um caso, e que nenhum relacionamento é perfeito. Alguns apenas tem mais defeitos que os outros, e cabe a cada um de nós saber se o que sentimos é realmente equivalente à nossa vontade de vencer as brigas e os problemas. O importante, é entender, que saber resolver brigas e problemas, não transformará o relacionamento, em um relacionamento extremamente perfeito, onde erros são inexistentes. E para melhorarmos nossa convivência com as pessoas que amamos e que nos fazem bem, e necessário, compreendermos que ninguém é perfeito, e que nós precisamos tratar os defeitos dos outros, com a mesma consideração que tratamos os nossos. Observar que assim como todo mundo tem defeitos quase insuportáveis, todo mundo tem qualidades muito boas. O dia em que cada um aprender a ver isso em todo mundo, seremos melhores.

24 de outubro de 2009

Razão x Emoção

Realmente, é muito difícil escolher qualquer coisa. Escolher entre e razão e emoção não seria diferente. Pode parecer muito mais fácil escolher a razão, a lógica, o esperado, o correto, o que olhando de cima parece (obviamente) mais fácil, o mais educado, o menos ousado, menos atirado, menos apaixonado aos olhos de muitos.
Porém, escolher o coração é mais ilógico, mais inesperado, mais (muitas vezes) errado, mais difícil, mais ousado, mais atirado, mais apaixonado.
O coração sempre grita para agirmos por impulso, para fazermos loucuras por amor, para agirmos de uma forma inesperada, para provarmos à pessoa amada que realmente à amamos, ou apenas para fugir para algum lugar com ela.
A razão, berra para seguirmos a lógica, e o que aprendemos com os conselhos de nossos pais; A razão, nos pede para não atendermos aquela ligação às 3 da manha, por que afinal, são 3 da manha. A razão, tenta nos impedir de ligar para ele às 3 da manha, por que afinal, são 3 da manha.
O problema, é que nesse caso, ambos trocaram razão por coração. Ambos telefonaram para o outro as 3 da manha, e seguiram a emoção, ambos atenderam o telefonema, ambos admitiram que se amam, e ambos admitiram que vão mudar, e que irão fazer o possível para não errar mais, que pararão de agir por impulso, e que só irão em algum lugar se o outro for, ou estiver de acordo que o outro vá. Nesse caso, seguiram o coração.
O problema, é que no outro dia, a razão entra no jogo. E ai, passamos a ver o coração e as atitudes tomadas por ele, como um vilão. Como o malvado que só faz a gente errar e se arrepender. E nos damos conta, que realmente queremos mudar, que realmente amamos ele, que iremos sim fazer o possível para não errar mais, que pararemos de agir por impulso, e que realmente só vemos graça nos lugares que a pessoa que 'habita' nosso coração se encontra. E depois que percebemos que damos razão, às coisas feitas pelo coração, nos damos conta que não existe nem vilão nem mocinho em historias de amor, e que a razão completa o coração e vice-versa. E a verdade, é que precisamos aprender a mescla-las, de uma forma que possam se tornam um meio termo agradável.

24 de setembro de 2009

O mais velho, e o mais novo

A novela Caminho das Índias, mostrou um lado da índia, que hoje não existe com tanta intensidade, e que muitas pessoas não conheciam. Mostrou também, que na cultura indiana, o que uma pessoa mais velha fala, é fato. Mas mostrou também, que a mais velha (na novela) que mais falava em costumes, de como os firangis estrangeiros levavam os indianos para (como nós dizemos) o mal caminho, era contra dalits, e muitas outras historias, que quem acompanhava a novela sabe. Mas no fim, ela fez as mesmas coisas que maya, que ela julgou, e que foi julgada para a familia toda. Ela errou e não foi julgada, apenas por ser mais velha.
Assim como nós precisamos admitir que aprendemos muito com eles, as pessoas mais velhas, precisam admitir, que ainda aprendem conosco, os mais novos, que eles julgam tão 'dês sabidos'.
Eu não entendo. Uma pessoa mais velha que eu, que cometeu erros tão graves quanto os meus, não merece ser julgada como eu, por que.. é mais velha? Não é correto isso.
Eu não sei aonde, mas eu li em algum lugar, que um dia, todo mundo aprende que maturidade, não depende de quantos aniversários você já comemorou, mas das experiências você já teve na vida. Pessoas mais novas, podem sim ter razão em alguns momentos, podem sim saber mais que pessoas mais velhas, e merecem tanto respeito com elas, se, elas agirem com respeito, saberem que pessoas mais velhas, merecem respeito, e que podem sim ter razão em alguns momentos e podem saber mais que elas.

3 de setembro de 2009

Sobrenatural

Por que sentimos tanto medo do sobrenatural? Apenas por isso fazer parte do desconhecido? Talvez. Afinal, o ser humano normalmente sente medo do que não conhece, pois afinal, ele se acha tão forte, tão poderoso, e no fim, esta extremamente vulnerável às suas próprias armas, a ele mesmo, e às coisas que ele mesmo fez. Quem dirá às coisas que não foram criadas pela 'inteligência' humana, mas que 'existem' independentemente da vontade do ser humano.
Tem quem diga que essa historia de coisas sobrenaturais é loucura ou viagem da cabeça de todo mundo, tem quem jura até a morte, que ve esse tipo de coisa (e vai que vê mesmo..) e morre de medo disso, tem aqueles que morrem de medo desse tipo de coisa e preferem não ver, aqueles que morrem de medo, nunca viram, mas querem muito
ver, e tem também aqueles que não tem medo nenhum, e dizem que veem direto. O mundo, como em muitos outros assuntos, é dividido em diferentes opiniões, e cada uma dessas opiniões diz uma coisa, ou, 'defende uma tese'. O desconhecido amedronta quem tem noção do perigo, afinal, uma criança que ainda não tem muito bem uma noção do que é 'correr perigo' ou 'sentir medo' não sente nada se/quando vê esse tipo de coisa. Mas afinal, por que tanto medo? Eu, por exemplo morro de medo, mesmo sem saber se isso pode ou não me fazer mal. E quanto aos filmes de terror? Muita gente (como eu) adora ver. Por que? Por que aquilo não existe? Quem disse? E se eu falasse que isso pode sim existir? Ninguém pode provar nada quando a isso, mas eu posso falar ué. E o pior de toda essa historia, é que muita gente não vai viver para descobrir isso, e muitas outras coisas que gostaria. Como eu sempre falo, o mundo ainda tem muito a aprender, imagine eu, que mal 14 anos tenho.