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14 de janeiro de 2011

Ela caminhava lentamente, como se aquele momento nunca fosse acabar. Era tão bom, mas ao mesmo tempo tão ruim.. A sensação de liberdade misturada com a de solidão.. As lágrimas molharam os olhos, e escorreram pela delicada face de Maria. Lembrou de todos os momentos.. O primeiro beijo, aquele abraço, a inocência misturada com a vontade de conhecer um mundo novo.. O dia seguinte, os problemas seguintes, a primeira briga e o motivo, a risada e o calor, o beijo e o abraço, o toque, a mistura das peles, os defeitos, os detalhes.. Sorriu. Era impossível não sorrir diante de todas aquelas memórias, mesmo que elas fossem carregadas de lágrimas.

Aqueles dias em Janeiro que ela jamais esqueceria, as conversas que não existiram, as palavras que ficaram por serem ditas, beijos que ficaram pela metade, sonhos em conjunto que foram cortados de forma injusta. É dolorido quando um amor termina sem consentimento de ambas as partes, e pior ainda quando o amor não termina mas ambas as partes queriam que isso acontecesse.. Muitas palavras foram ditas ao vento desde que tudo deu errado, mas hoje, tanto tempo depois, aquela menininha que acreditava que poderia ser feliz eternamente com quem escolhesse, cresceu e ainda acredita nos seus sonhos, mas passou a encara-los de forma mais madura e realista.. As lágrimas ainda escorrem por seu rosto, mas muitas vezes fogem do seu controle.. Mantendo antigos hábitos ela achou uma forma de mante-lo vivo dentro dela.

Ele - ela tem certeza - ainda lembra com carinho de alguns momentos, mesmo que sejam raros, sabe que até hoje a menina que ele transformou em uma menina grande sente sua falta e se arrepende dos erros. Mas ele manteve seu pior e mais antigo defeito: não sabe perdoar, e talvez nunca saiba.. Provavelmente por isso que as coisas chegaram nesse ponto, e não sairão dali tão cedo.

O tempo passou para ambos, e da forma mais generosa possível. Eles não são as mesmas pessoas de um ano atraz, as pessoas ao redor deles confirmam isso, e eles admitem que as coisas seriam mais fáceis se ambos não tivessem tantos defeitos em meio a tanta compatibilidade.. Mas as historias que viveram, essas ficaram gravadas não apenas neles, mas no tempo e no ar. Ambas mentes e corações sabem que nada será apagado até que o destino tome uma decisão.. E fica cada dia mais difícil. Maria sonha com todas essas palavras todas as noites e espera do fundo da alma que elas sejam verdade..

19 de outubro de 2010

Não era uma menina de muitos sonhos, nem de muitos amigos. Era apenas formada por paixões platônicas e amores despedaçados. Todos os dias antes de dormir, e ao acordar tinha em mente que um dia conseguiria a única coisa que ela sonhava: o amor de verdade; Aquele amor que faz voar, o coração acelerar e o tempo diminuir. Pensava naquilo a cada instante, e tinha certeza que todos aqueles amores e dias em choro não haviam sido em vão, eram apenas parte do aprendizado que ela teria que ter para conseguir um dia, alcançar seu único objetivo. No colégio, seus colegas e amigos não a entendiam, e de certa forma não acreditavam que alguma dia era fosse realmente se entregar a um amor.. Afinal, até hoje apenas amores passageiros haviam aparecido em seu caminho; coisas sem futuro e sem tempo, pouca paciência de ambas as partes..

Chegou um dia que ela percebeu que não era exatamente aquele sonho que a faria feliz, e que apenas seria feliz se aprendesse a viver do jeito que o destino havia decidido: sem amores, mas com ótimos amigos, que ela aprendeu a cultivar.. Os meses passaram correndo, as notas melhoraram e o relacionamento com os amigos apenas melhorava.. Até que um dia aconteceu: eles se cruzaram no corredor. E foi o bastante, Marina sabia que era aquilo que ela estava esperando todo aquele tempo. Ela não sabia seu nome nem sua turma.. Muito menos de que colégio ele tinha saído. O achou na Internet e fez de tudo para de que eles virassem amigos.. Confiou nele, e provou a ele que ele poderia fazer o mesmo. Cada dia mais apaixonada, ela percebeu que tudo que ela havia passado por qualquer outro, não era nem parecido. Dessa vez, era diferente. Sentimentos que ela não estava acostumada a sentir tomaram conta dela, e em algum momento ela se deu conta que era exatamente aquilo que esperava, nada mais. Um sentimento verdadeiro. Ficaram cada vez mais amigos, amigos, amigos.. e então apaixonados.

Nada poderia ser melhor. O amor que ela tanto esperava havia aparecido exatamente quando ela passou a acreditar que ele não apareceria. Ele veio, e mostrou a ela que as coisas eram muito mais simples do que ela pensava. Passou seu calor durante o frio, segurou suas lágrimas nos momentos difíceis, e sorriu junto a ela nos momentos felizes. Formavam um casal perfeito, não brigavam e tinham mais coisas em comum do que qualquer um supunha.. Até que um dia, descobriram que as coisas não seriam fáceis daquele jeito, e que nem todas as qualidades e defeitos que eles tinham, eram em comum. Ela e seus amigos, ele e suas amigas.. Um problema cada vez pior, que a cada dia fez aquele amor sumir de dentro dos dois.. As coisas pioravam a cada vez, e uma única coisa os salvaria do ódio: O fim. Mas não poderia ser possível.. Não depois de todas as coisas vividas e compartilhadas.. Era isso que ela pensava. Porem, foi exatamente isso que aconteceu.. O ódio e o fim chegaram junto, e hoje andam junto da saudade que os cerca. E a certeza de que essa realmente foi a melhor escolha os assombra.

Novas pessoas, novas manias e novos amores vieram para os dois, e agora eles vivem separados pelo ódio e pela mentira, sentimentos opostos aos que sentiam quando estavam um junto ao outro. As coisas se inverteram, e o que era ódio virou amor, e o amor virou ódio. Cada dia é mais difícil lidar com isso, e com os problemas novos que surgem.. Nenhum amor vai conseguir chegar perto daquele, mas muitos outros existirão. Eles continuarão vivos um dentro do outro por muito tempo.. As memórias resistindo a qualquer sentimento por outras pessoas.. Eles tem certeza. E nenhuma palavra vai conseguir chegar perto de explicar tudo isso..

5 de agosto de 2010

'Era como mais uma daquelas historias clichês,
em que a menina bobinha se apaixona pelo príncipe encantado,
tem certeza que nunca vai tê-lo,
mas no fim ele acaba se apaixonando por ela
e ela desdenhando dele..'




Poisé, foi assim comigo; Sabe Pedro, eu nunca pensei que eu fosse gostar tanto de ti, e que esse teu sorriso fosse provocar tudo isso em mim. Te abraçar, é a melhor sensação que existe. Hoje, eu sei que a unica coisa que me acalma é saber que eu te tenho comigo, que eu posso contar contigo e que tu pode contar comigo. Ouvir a tua voz, te beijar, te olhar.. É tudo pra mim, é o que me faz feliz, o que me faz acordar todos os dias. Eu poderia cantar todas as musicas do mundo, escrever todas as palavras que eu conheço sobre amor, fazer tudo que está ao meu alcance, e eu te juro que isso não seria o bastante para mostrar o que tu significa pra mim. Cada instante, cada segundo que eu passei contigo desde que eu te conheço, ta gravado em mim, fazendo parte da minha historia, assim como tu.
E como costumávamos falar, eu não sei como isso surgiu dentro de mim, tão forte e tão verdadeiro. Mas hoje, pensando em todo nosso passado, nossas risadas, lágrimas, arrependimentos, erros, segredos.. Vejo, que talvez você seja meu melhor amigo, e não meu namorado.. E te peço desculpas por dizer isso dessa forma. Essa é a ultima carta minha que receberás, junto ao meu ultimo beijo hoje à tarde. Talvez, quando leres isto, eu já tenha ido embora, conforme falei que faria.. Pra onde eu vou não sei, o que vou fazer muito menos, apenas sei que aqui não quero ficar, não posso e não devo. Meu amor por ti é tão grande que sei que devo te deixar, para ti aprender que o que sentimos um pelo outro talvez nao seja exatamente como achamos que é. Sei que cada segundo foi unico, assim como os proximos serão também. Apenas saiba, que vou te levar em meu coração para onde eu for, mas tenho certeza, que essa é a melhor escolha para nós.
Da sempre sua, Marina.

5 de maio de 2010

Como sempre..

Ela entrou no bar com seus longos cabelos ruivos, encaracolados e bem cuidados; Sorrindo como sempre. Olhos voltados para ele, como sempre. Comprou o seu lanche e se sentou na mesa rodeada das amigas, - que ele não suportava - como sempre. Ele, como já era de costume, sorriu para ela, como quem vê uma pessoa que mal conhece, e sai dali cercado de amigos, que ela morria de vergonha. Todos os dias, das 10:15 às 10:30, era a mesma historia, a mesma troca de olhares, e o mesmo nervosismo de ambos. Eram aqueles casais impossíveis; Ela, uma menina que os meninos nem sequer viam passar, e ele, um menino que todas viam passar, e surtavam. Exceto ela.

Na saída, como já era de costume, davam um jeito de escapar dos amigos, e sempre acabavam indo para casa juntos. Se eram amigos ou mais do que isso, nem eles sabiam, apenas tinham certeza que era assim que se davam muito bem. Cada coração batendo mais forte, e cada palavra medida, para não parecerem dois idiotas que nunca tinham passado por isso. Ela, cada dia mais apaixonada pelos olhos cor de mel e seus cabelos cacheados perfeitos. Ele, cada dia mais hipnotizado por aquela voz doce, e aquele sorriso que enchia o mundo de cor.

Cada vez mais desejavam morar longe da escola, para que aquele único momento do dia, não acabasse nunca mais. Os minutos voavam, e a ideia que se tinha, era que só eles dois existiam ali. Tudo ficava fácil e simples, os sorrisos eram constantes, e a sintonia, perfeita. Ele pegou na mão dela, e assim eles foram, mais um dia, juntos, conversando. Dessa vez, mais do que como amigos, menos do que como namorados. Apenas como dois amores.

Para Bloínquês

23 de fevereiro de 2010

Love Story

O telefone em silêncio a muito tempo, nada se sabia a respeito do que tinha acontecido.
A penumbra que tomava conta o quarto, tornava o ambiente um pouco mais calmo, e Eduarda um pouco mais sonolenta. Faziam quatro dias que Pedro não telefonava, não dava noticias, nem à namorada, e muito menos aos pais. Quanto mais o tempo passava, mais aquela espera se tornava angustiante. Se formariam três dias que Eduarda não tinha cabeça nem para dormir. Saíra dali, apenas para tomar um banho gelado e longo, e para desligar as musicas que tocavam no computador, quando se deu conta que o namorado havia sumido.

Enquanto cada segundo passava lentamente, uma musica tocava de longe, era uma musica calma, e que por acaso, Pedro cantava para Eduarda. O único sentimento que ainda restava em seu coração, era a incerteza, o medo do futuro. Uma primeira lágrima caiu, quando o refrão da musica, a tornou um pouco mais alta. Na camiseta masculina branca - esquecida por Pedro ali, a alguns dias - que Eduarda vestia, ainda restavam alguns resquícios de perfume masculino, e era o que ela tinha de mais próximo da presença dele. Lembranças e mais lembranças passavam em sua mente. 2 anos, tudo isso.. e esse sumiço do nada.. Ela não compreendia, o motivo.

A saudade se misturava com a angustia e com a duvida. O telefone tocou. - Era ele, só podia ser ele - pensou. Atendeu, e ouviu, a voz grossa, apaixonante, que ela tanto amava ouvir, foi como se sentir viva novamente. Perguntou onde Pedro estava, e ele ordenou que ela parasse de chorar, ligasse o computador e abrisse a janela do quarto. Ela obedeceu, não nessa ordem, óbvio. Abriu a janela do quarto correndo, e do lado de fora, tinha uma carta, com a palavra: wait, e dentro, a seguinte frase 'única como você' e apenas uma orquídea - a flor favorita de Eduarda - por cima do cartão, apenas isso. Quando ela voltou para o telefone, Pedro não estava mais lá, mas ela havia entendido o recado. Seguiu ali, em seu quarto, sozinha, esperando. Sentindo o perfume incrível daquela orquídea, e se sentindo realmente amada. E agora, as lágrimas eram de felicidade.

19 de fevereiro de 2010

Valeu a pena..

E ela parou ali; Aquela vista maravilhosa, o clima perfeito, nem quente nem frio. Por um instante, sentiu como se fosse possível voar, apenas naquele momento. Sentou-se na grama e observou o pôr do sol, sozinha, apenas com seus pensamentos. Lembrou todos os seus momentos, sorrisos, lágrimas, erros, acertos, duvidas.. Tudo. Questionou algumas coisas, arrependeu-se por outras, agradeceu por muitas, sentiu aquele frio na barriga ao relembrar certos momentos.. Era um momento único. Uma fase nova, tempos novos, pensamentos, jeito, ano.. Tudo. Era tempo de renovar, reviver, reinventar. Eram férias, que terminariam logo. Com esse fim, novas responsabilidades, sonhos, angustias, professores.. Era um sentimento inexplicável, em um lugar inexplicavelmente lindo. Se sentiu mais leve, e percebeu que tudo que tinha acontecido até agora, tinha valido a pena. Não voltaria atrás se pudesse, cada erro e cada acerto, foi fundamental para que as coisas dessem certo como davam agora. Guardava segredos consigo, e gostava deles. Cada erro que cometeu, foi prova o suficiente que determinados sentimentos são verdadeiros. Cada sorriso que deu durante todo esse tempo, provou isso mais ainda. Era uma sensação única, de possibilidades, de tudo.. Era inexplicável!


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Mais uma vez, muito obrigada pelos comentários, pelas visitas, e por tudo! Sem os meus leitores, eu não escreveria com tanto gosto. Vocês todos, são muito importantes por aqui, alias, são essenciais!

16 de fevereiro de 2010

e todo mundo diz que ele completa ela, e vice-versa ♪ (...)

Toda vez que caminhava em direção ao encontro dele, ela procurava modos de entender os motivos daquele ato, e toda vez que compreendia os motivos, se dava conta, que não eram os motivos, era o motivo. O amor incondicional que ela sentia. Era confuso, complicado, e provavelmente com defeitos até o pescoço; Mas de uma coisa, não existia pessoa no mundo que fosse capas de duvidar: A sinceridade do que eles sentiam um pelo outro. Era algo inexplicável, por ora, quase inacreditável. Ela, era capas de tudo por aquele amor, e ninguém entendia o por que.. Conselhos e mais conselhos, - das amigas, da mãe, dos amigos.. de todo mundo - de nada adiantavam, o que ela queria, era vê-lo bem, e ter cada vez mais certeza que o fazia feliz. Era apenas isso que fazia ela sorrir, e se sentir bem.

Tanto erros ela já havia cometido, se arrependia muito, de todos, sem nenhuma exceção. E sempre, procurava reparar eles, de alguma forma, de qualquer forma. Em alguns momentos, achava que todos aqueles conselhos que ela não seguiu, que as inúmeras vezes que correu atrás, que chorou, que o fez enjoar, que provou que realmente o ama, haviam sido em vão. Mas logo isso passava. Bastava lembrar dele, do sorriso, da voz, do beijo (...) que tudo valia mais a pena ainda. Ela se sentia única perto dele. E achava que era assim que ele queria que ela se sentisse. Por tantas vezes duvidaram um do outro, poucas vezes acharam modos de se verem, sem brigas, problemas, interrupções.. Mas mesmo com tantas dificuldades, não permitem que nada no mundo acabe com esse sentimento tão verdadeiro. Espera-se que essa historia não termine aqui, e que demore para terminar. Fica inacabada.

14 de fevereiro de 2010

Rapidinha..

''Eles se olharam, era o momento perfeito, o calor, o abraço, o beijo, o amor, tudo havia voltado a tona. Ela olhou fundo em seus olhos, e pediu, com toda sinceridade que ainda lhe restara:
- Promete nunca mais fazer isso ? Tu, é tudo que eu tenho, minha vida, meu ar, meu chão, minha razão. Prometa que estarás para sempre comigo ?
E então, com aquela voz grossa, e ao mesmo tempo suave, voz essa, extremamente apaixonante - como tudo nele - ele disse, com a maior sinceridade do mundo:
- Enquanto eu sorrir, apenas por ver você sorrir, enquanto eu me sentir completo perto de ti, e enquanto eu existir, estarás sempre em meu pensamento e em meu coração, prometo.
- Eu te amo.
- Muito. ''

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Sonho de amor, sonho de criança e de adolescente, sonho, apenas sonho. Com uma pitada de realidade. Como todo sonho.

11 de fevereiro de 2010

Amigo Imaginario (...)

Ana era uma menina quieta, educada, meiga, e tudo que uma mãe desejaria para uma filha. Tinha apenas um problema, era quieta demais, tinha poucos amigos, alias, não tinha amigos de verdade, como toda criança tem. Não brincava de amarelinha, pique-esconde, pega-pega, boneca.. nada disso. Ana gostava era de falar sozinha. O motivo ? Ninguém sabia. Passava o dia no quarto, falando com sua amiga, que ela chamava por Marina. Ia para a escola, chegava em casa, almoçava, fazia a lição, e logo em seguida dizia que Marina à chamava pra brincarem. Passavam o dia falando, brincando, era pedra papel e tesoura pra cá, discordar prá lá, dois ou um.. Tanto faz, qualquer coisa, nunca com brinquedos, sempre uma com a outra. Marina era a única amiga de Ana, e Ana, realmente, tinha a amizade de Marina como uma amizade real. Isso nao virou um problema futuro pra ela, mas poderia ter virado.

O que Ana tinha se chama amiga imaginaria, e todos nós já tivemos uma ou um, algum dia. É divertido, bonitinho, e tudo. Mas tem que ser uma coisa saudável, nossos amigos imaginarios não podem serem os únicos. Quando crianças - principalmente - precisamos conviver com crianças da nossa idade, brincar de tudo, correr, pular, se machucar - não existe infância sem machucados, não é ? - e tudo de bom que essa idade maravilhosa tem. Uma criança que não brinca, tem grandes tendências a ser isolada na adolescencia, e passar por problema psicológico.

Esse mundo on-line onde as crianças de hoje em dia vivem, não ta com nada! Criança precisa de amigos reais, brincar de bonecas, pular corda, correr, rir! Tirem seus filhos do computador, reservem um tempo para eles, e não esqueçam, problemas no trabalho ou em qualquer lugar, não são desculpa para crianças serem esquecidas 'dentro' de computadores e vídeo games. Crianças com problemas de visão, na coluna e principalmente psicológicos, precisam de ajuda o mais cedo possível. Ninguém quer ter um amigo imaginário na adolescencia. Isso além de ser motivo para Bullyng, é preocupante.

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Eu queria primeiro agradecer por todos os comentários, e por todos os leitores! Cada um de vocês é importantíssimo pra mim, e são vocês que me dão força e animação para continuar escrevendo. Muito, muito obrigada a todos!
Depois, eu queria pedir desculpas por postar tão pouco. Não ando tendo muitas ideias, mas sempre que me vem alguma coisa na cabeça tento escrever, as vezes sai texto, as vezes não.
E mais uma vez, muito obrigada por me acompanharem durante mais de um ano de Utopias! Beijos!

1 de fevereiro de 2010

Por que eu sei que é amor.. ♪

O relógio marcava 7:16 da manhã, e isso significava que Rita estava atrasada, e isso não era nada bom. Tudo que ela queria, era chegar na escola e ver aquele sorriso lindo, e poder olhar naqueles lindos olhos castanhos. Ele não fazia ideia disso, e muito menos de que ela andava acordando mais cedo, para chegar cada vez mais cedo no colégio, e ficar na porta, 'esperando as colegas' para ver ele chegar. Era o amor que ela sentia por ele, que movia a vida dela agora. Tudo que fazia ela feliz era ele, era o sorriso dele, o olhar dele, e aquela voz perfeita. Isso se repetia todos os dias, a meses. Tudo que Rita queria era ter coragem para dizer à ele o que sentia.

Um dia, Rita caminhava sozinha em direção à escola, como de costume, e quando se deu conta, estava caminhando acompanhada, a algumas quadras, em silencio - é claro - por ele. Seu coração pulou de alegria, mas manteu a calma, olhou para o lado, e questionou, o motivo de tal milagre, ele nada disse, apenas assentiu com os olhos, sorriu, e perguntou, sobre as provas, sobre o tempo, sobre tudo. Dali em diante, todos os dias foram assim, ela não caminhava mais sozinha em direção à escola, ela caminhava acompanhada de seu melhor amigo, do seu melhor amor, e isso lhe proporcionava uma felicidade infinita, inexplicável.

Começaram a passar os recreios juntos, e a voltar para casa juntos. Em pouco tempo, ele se deu conta, que estava se apaixonando por Rita, mas se sentia mal, pois sabia que ela era apenas uma amiga, e que nunca olharia pra ele, com outros olhos, que nunca iria sentir o mesmo que ele sentia, e isso o desanimava. Por meses, foram só amigos, um apaixonado pelo outro, sonhando com o outro, sem saberem. Foi então, que quando quase desacreditando que um dia aquele amor fosse reciproco, Pedro, olhou para Rita, e eles se beijaram. Ninguém tomou a iniciativa. Foi como se eles tivessem um lido o pensamento do outro, ou alguma coisa assim.

O relógio marcava 7:26, Rita havia ativado o modo soneca sem perceber, e agora sim Rita estava realmente atrasada, arrumou-se correndo, vestiu a primeira roupa que conseguiu, maquiousse rapidamente, mas mesmo com tanta pressa, estava realmente linda naquela manhã. Saiu de casa, e viu, Pedro passando na frente do portão do prédio. O final dessa historia ? Beeem, ninguém sabe, o que todo mundo sabe, é o começo..

1 de janeiro de 2010

Midnight Kiss

Enquanto eu estava na sacada, olhando a luz do luar, e esperando a virada do ano e os fogos, surge aquele voz perfeita que eu tanto amo, e diz:
- O que você quer, de ano novo ?
E então eu questiono:
- Não seria natal ?
E ele, mais uma vez com aquela voz perfeita, digna de cinema, ou de paixão apenas, diz, de uma forma que faz meu coração derreter, como todas as outras vezes que ele quer falar alguma coisa perfeita:
- Não, eu quero te dar uma coisa de ano novo, e uma coisa perfeita. - Ok ok, todo mundo sabe que duas coisas aqui não existem: Príncipes encantados e coisas perfeitas, mas, no momento eu sigo acreditando que as duas passaram a existir.
Era sempre assim, e eu sabia, que eu não escutaria os fogos na ora que o ano virasse, eu estaria ocupada demais escutando a voz dele. Então ele me beijou. Depois que nos beijamos, pude ouvir la no fundo, o barulho dos últimos fogos, e então olhei naqueles olhos perfeitos, e com mais certeza do que nunca, disse:
- Era isso que eu queria.
E antes que ele conseguisse dizer qualquer coisa, minha mãe entra no quarto para nos desejar um feliz ano novo, e eu desço para desejar a mesma coisa, para todo mundo.
E assim o meu ano vira, perfeito. ♥

23 de dezembro de 2009

O inimigo do Papai Noel

Olá, meu nome é João, vovô João. Só que na noite de natal, irei virar o Noel, para meus netos e os netos dos meus irmãos, virarei o Papai Noel. Então.. como todos vocês devem ter pensado assim que leram essa noticia, naquela noite mágica, cheia de gente feliz, e sorridente, eu não estarei assim. Estarei bufando de calor, dentro daquela roupa vermelha ridícula e cafona, com aquela barba me penicando, barba essa, que qualquer criança de 2 anos, percebe que é falsa.

No momento, a única certeza que eu tenho, é que na noite de natal, eu estarei sentado neste mesmo sofá da sala da minha casa, em que estou agora, contando-lhes essa historia, morrendo de calor, tendo que fingir que eu não sou eu, que eu sou um velhinho que não existe, e que sai por ai gastando seu tempo e seu dinheiro com as crianças que se comportaram direitinho o ano todo, que tem uma voz muito estranha, que eu não tenho a mínima ideia de como eu pretendo imitar na frente de todos os meus familiares, usa um óculos extremamente pequeno, e desproporcional ao seu tamanho, que ainda por cima fala coisas estranhissimas, e passa a festa toda dizendo 'hohoho'. Por que essa historia do 'hohoho' afinal ? Ele está com tanto calor, que começa a latir para expulsar as crianças de perto, e poder tirar aquela fantasia ridícula ? Ou ele acha que as renas dele são cachorros ? Não faço ideia do motivo.

Eu só sei que, o meu inimigo secreto desse ano, seria o idiota que inventou que até no hemisfério sul, que temos um Natal no verão, o papai deve usar essa roupa cafona e morrer de calor.
Sabem de uma coisa.. Eu acho que eu vou é fugir pra praia com os meus netos, e dizer que o papai noel tem medo de àgua. Mesmo odiando praia, nada pode ser pior do que ficar em casa a noite toda, fingindo que sou uma coisa que não existe, e ver os mais velhos rindo do meus desastre a festa toda..

19 de dezembro de 2009

Naquela tarde fria de outono, Maria queria apenas deitar em sua cama, tomar um chocolate quente bem quentinho, e começar a ler aquele livro, que há tanto tempo, prometia para si mesma, que começaria. Deitou em sua cama com inúmeros cobertores, e deixou Nancy - sua gata- acomodar-se em um lugar confortável. Enquanto Maria lia seu livro tranquilamente, percebeu que as coisas não aconteceriam exatamente como ela e Nancy haviam planejado:
Maria percebeu, que alguma coisa acontecera, quando Nancy, levantou-se bruscamente, e miou raivosamente em direção a porta, de uma forma, que Maria jamais havia presenciado. Um rato, um outro gato, um cachorro, ou uma pessoa?
Maria ainda não sabia muito bem o que era morar sozinha, em uma casa tão grande. Acostumada, com seu pequeno, porém fino, apartamento no Rio de Janeiro, morar no interior em uma casa grande como aquela, lhe parecia realmente desconfortável e preocupante. Na cidade grande, como costumavam dizer pelo centro da doce cidadezinha em que Maria morava agora, tinha ficado um caso de amor, que durara anos, mas que infelizmente tinha sido desfeito, por causa da mudança repentina de Maria. Nessa tarde, uma das coisas que Maria queria pensar que não existia, era Pedro. Mesmo sem querer pensar nele, o primeiro pensamento que veio em sua cabeça foi ele, o perfume dele, o jeito dele, que realmente, a deixava louca só de lembrar. Nancy não costumava ter esse tipo de atitude nunca, muito menos quando Pedro estava lá. Mas, precisávamos levar em conta, que nenhuma das duas estava completamente habituada a casa nova. Nancy miou mais uma vez, e dessa vez, de uma forma mais assustadora ainda. Maria levantou rapidamente, vestiu o roupão de seda, lilás, que havia ganhado de Pedro no natal passado, junto com uma lingerie lindíssima, e suas pantufas da mesma cor, que eram macias como a seda do roupão, tomou coragem e foi até a sala. Com medo do que à esperava. Sua decepção foi maior, quando perceceu o que era. Um rato.
Ela não sabia, se isso se tornava bom, por não ser ele, ou ruim por - também - não ser ele, só sabia, que precisava ficar amiga dos vizinhos, antes que acontecesse alguma coisa, realmente séria. Voltou para o quarto, trancou a porta, e prometeu, que nunca mais iria pensar que Pedro seria capas de tal romantismo. Disse para si mesma em voz baixa, que historias de amor assim, acontecem apenas em filme.
Quando terminou de dizer isso, bateram na porta..

13 de dezembro de 2009

Professor Tempo, a seu dispor..

'O tempo não cura nada, apenas tira o incurável do centro das atenções'
O tempo não termina com nenhuma dor que realmente doeu. Ele apenas dilui a dor em outros problemas, afinal, o tempo passa, e a gente passa por outras coisas, ocupa a cabeça com outros problemas.. O que acontece, é que uma dor real, dói por muito tempo. Tempo suficiente para marcar. O problema, é - como se diz por ai - empurrar os problemas com a barriga, afinal, o tempo é cruel, e não quer nem saber se temos ou não medo de enfrentar os nossos problemas de frente, pois como nós sabemos nem que seja la no mais profundo subconsciente, eles são nossos, apenas nossos, e nós, apenas nós, podemos enfrenta-los de frente, caso contrario, eles continuarão existindo, nos fazendo sofrer, e lembrando-nos a cada momento que sim, eles realmente estão ali e precisavam não estar.
E seria masoquismo não querer resolve-los e continuar tendo que ingeri-los durante os sonhos, os pesadelos, os momentos de reflexão, ou aqueles momentos em que apenas paramos para não pensar em nada, e por fim a única coisa que temos em nossas mentes, são os milhares de problemas mal resolvidos que tivemos por muito tempo..
As vezes, sentimos um desespero enorme por resolve-los, e nos damos conta que não é bem assim, que problemas não se resolvem apenas por querermos que eles se resolvam. Eles se resolvem com calma e tempo. Sem afobações, irritações, ou desespero. Isso é o que mais irrita o seu tempo. Ele não gosta de gente apressada, e é incrível como essa qualidade pode ser tão bem definida nele.
Podemos compara-lo com um professor de matemática, que só da nota para os alunos que estudam e se esforçam durante o ano todo e precisam de décimos no final do ano. Ele despreza os que em Outubro se desesperam e começam a ir bem, mas mesmo assim ficam em recuperação.
O professor tempo, ajuda alunos esforçados, que resolveram todos os problemas o ano todo, e apenas querem continuar resolvendo eles no final do ano, para terem férias com problemas resolvidos. Portanto, não adianta corrermos e tentarmos resolver tudo que não resolvemos o ano todo em 2 meses e meio, e ainda termos o sonho de ter férias tranquilas. Quanto mais afobados ficarmos, menos férias relaxadas teremos.
E não podemos esquecer jamais, que o tempo, não é o melhor remédio, o tempo apenas deixa os problemas se acomodarem, e quando a gente menos espera, os trás a tona, e faz a gente se desesperar para tentar resolve-los. É disso que é feita a diversão do tempo, de desgraça alheia, afinal, todo mundo merece um pouco de desgraça alheia.

Pauta para; Blorkutando

21 de novembro de 2009

Um little caso de amiga da onça..

Leticia era a melhor amiga de Marina. Aquelas amigas que ninguém imagina uma separada da outra, aquelas amizades de 'se vai convidar uma, tem que convidar a outra'. Não só por educação, mas também por que se uma não fosse, a outra nem cogitava a ideia de ir.
Leticia, namorava Mário a uns 5 meses mais ou menos, e Marina, morria de inveja, mas ao mesmo tempo, ficava muito feliz ao ver sua amiga da vida inteira feliz e realizada.
O problema, era que Marina sabia, que faltava alguma coisa em sua vida, um amor, olhos claros talvez, e quem sabe até um cabelo liso.. Tudo que Leticia tinha. A verdade, é que Marina morria de inveja de Leticia, mas ninguém sabia, acho que na verdade nem ela sabia muito bem disso, cabelo liso, um amor e olhos claros eram apenas coisas que Marina sempre sonhara, e que sua melhor amiga (quase irmã ) tinha. Mas afinal, que culpa Leticia tinha de ter tudo isso? Nenhuma. A prova de que Marina era uma amiga da onça, disfarçada, veio quando Leticia e Mário tiveram sua primeira briga. Marina ficou com Mário. Como, quando, onde e essas coisas ninguém sabe. O que se sabe, é que todos descobriram, inclusive Leticia, que ficou arrasada, afinal, perdeu a melhor amiga, e o namorado de uma só vez e pelo mesmo motivo.
Marina, apunhalou Leticia pelas costas, e Leticia, tinha todos os segredos de Marina na mão, se realmente desejasse se vingar, estragava a vida amorosa de Marina. Mas não. Ficou triste, muito triste, mas percebeu, que se os dois foram capazes de fazer isso, nenhum era o que Leticia pensava que eram. Hoje Leticia não comenta o fato; Mesmo estando feliz a mais de um ano com seu namorado, ela não gosta de lembrar da historia. Não sabe por que, faz muito, muito tempo, mas a verdade é que a gente nunca esquece quando uma amiga da onça, age contra a gente.

Para; Blorkutando

28 de outubro de 2009

Ele usava o casaco que ela mais gostava. Naquela noitezinha fria, em que os postes da frente da casa dela começavam a ser acesos, e o sol já estava baixo; restava apenas um resquício rosa de por-do-sol no horizonte montanhoso que se formava na paisagem vista pela ladeira da casa dela, ela abraçou-o e implorou para ele ficar apenas mais um dia, beija-la apenas mais uma vez, abraça-la e dizer que a amava olhando ela nos olhos uma ultima vez. Mas ele dizia, que tinha que ir, pior que isso, ele disse (com uma cara muito seria) que queria ir, que ele não queria ficar com ela. Seu perfume tinha ido embora, o perfume que ela tanto amava... Ela não iria sentir o gosto da boca dele, ela nunca mais o beijaria, ele não estaria mais lá, nunca mais. A única coisa que restava pra ela, era chorar, era implorar.. Ela queria apenas alguma coisa dele, para abraçar quando a saudade apertasse. Ele negou, a única coisa que ele disse foi 'eu tenho que ir, se não, não vai dar tempo..' Ela disse uma ultima vez que o amava..
O despertador tocou. Eram 7:20 da manhã, e sua mãe acabara de entrar do quarto, e dizer com uma voz agradável; Bom dia filha! Ela respondeu educadamente, e desatou a chorar, um choro que doía de se ver, e de se sentir. Uma tristeza que ardia no peito, que fazia mal. A ficha tinha caído. Ele iria embora mesmo. Não podia ser verdade. Não podia. Palavra nenhuma explicaria o que ela estava sentindo. Ela queria abraça-lo, ela queria ele. Ela queria o tempo que ainda restava. Não era possível que ele fosse embora. O amor dela. O motivo dela, a razão que ela tinha pra acordar e sorrir, a certeza dela, TUDO pra ela, iria embora, dentro de aproximadamente 3 meses. Não era possível. Pedidos, orações, nada mudaria o destino. Ele iria, e ela.. Não podia fazer nada, isso era o que mais doía. Cada vez era pior a ideia de não te-lo ali, sempre. De não poder contar com ele, com o amor dele.. Realmente, o mundo dela não seria mais o mesmo, ela não saberia o que fazer sem ele. Ela precisava daquele amor, e palavra nenhuma demonstraria isso..

1 de agosto de 2009

...continho

Ela olhou em volta, não viu nada, além do céu nublado naquele sábado triste. O mundo desabava aos poucos em cima dela, e ela podia sentir isso, de uma forma pouco sutil. Cada vez mais sozinha, ela perdia a conta das lágrimas que deixava cair, das coisas que perdia, e dizia, tantas coisas que ela deixava de fazer, que fazia errado.. Ela esquecia os números, ela esquecia as pessoas, suas musicas preferidas, ela esquecia de tudo, só não esquecia dela. Ela não poderia esquecer uma coisa inexistente. Era assim que ela se sentia, inexistente. Esquecida. Ela foi esquecida pelo mundo. Ela sabia, que não deveria ter ido, ela estava exausta de ir. Ela queria pelo menos alguém que quisesse ela bem, ou um lugar que a fizesse sorrir, pelo menos. Ela perdia o ar, ela tratava as pessoas mal, ela não queria se importar com mais ninguém a não ser ela, e acabou se arrependendo, as coisas acabam, ela sabe, mas isso, já se arrastava, ia e voltava, ela não ia se adaptar a isso Tao cedo. Ela tinha que pensar nos outros, ela tinha que saber que ela não era a única pessoa sozinha. Mas que se dane, as pessoas se importam com as outras, mesmo em momentos difíceis, ela se importa. Ninguém se importava com ela, nem ela mesma. Ela via os problemas crescendo dentro dela, ela se sentia cada vez mais confusa. Não, confusa não, ela estava assustada, ela estava com medo, nunca estivera tão sozinha antes. Isso era estranho pra ela. Ela nunca pode dizer que não tem ninguém com tanta certeza..



ps; qualquer semelhança com a realidade, mera coincidência.

6 de outubro de 2008

É cada um que me aparece

É cada um que me aparece! Um dia desses de tarde, quando eu estava no MSN, abriu do nada uma janela, daquelas com mais de uma pessoa na conversa sabe?

Eram duas amigas minhas de porto alegre e um guri que eu conhecia de vista. Papo vai, papo vem, ele me adiciona no MSN e eu, logicamente aceito. Sigo falando com ele por mais alguns dias, até que do nada, ele fica meio, como vamos dizer, diferente, e fala coisas do tipo ‘ você é minha’ ‘ eu te amo’. Eu mal conhecia ele... e pior: há uma semana e só pelo msn! Nossa, esse povo me assusta às vezes, certo dia ele me aparece com a seguinte frase ‘ai guria, parece que a tua boca ta dizendo, veeeem, veeem! ’

Tudo que me acorreu no momento foi rir, e eu ri muito, apostei que aquilo era uma brincadeira bem idiota dele, e deixei de lado, até que um dia as coisas pioraram, ele falava coisas idiotas demais, coisas que chegavam a ponto do nojo, detalhe, ele é muito feio, pobre menino!

Ele logicamente foi bloqueado, e um dia desses recebo um recado dele, falando que me amava, o recado não durou um minuto e foi apagado, ignorado, era só o que me faltava, só eu sei tudo que aquela peste me disse.