14 de janeiro de 2011
19 de outubro de 2010
5 de agosto de 2010

5 de maio de 2010
Como sempre..
Na saída, como já era de costume, davam um jeito de escapar dos amigos, e sempre acabavam indo para casa juntos. Se eram amigos ou mais do que isso, nem eles sabiam, apenas tinham certeza que era assim que se davam muito bem. Cada coração batendo mais forte, e cada palavra medida, para não parecerem dois idiotas que nunca tinham passado por isso. Ela, cada dia mais apaixonada pelos olhos cor de mel e seus cabelos cacheados perfeitos. Ele, cada dia mais hipnotizado por aquela voz doce, e aquele sorriso que enchia o mundo de cor.
Cada vez mais desejavam morar longe da escola, para que aquele único momento do dia, não acabasse nunca mais. Os minutos voavam, e a ideia que se tinha, era que só eles dois existiam ali. Tudo ficava fácil e simples, os sorrisos eram constantes, e a sintonia, perfeita. Ele pegou na mão dela, e assim eles foram, mais um dia, juntos, conversando. Dessa vez, mais do que como amigos, menos do que como namorados. Apenas como dois amores.
Para Bloínquês
23 de fevereiro de 2010
Love Story
O telefone em silêncio a muito tempo, nada se sabia a respeito do que tinha acontecido.19 de fevereiro de 2010
Valeu a pena..
E ela parou ali; Aquela vista maravilhosa, o clima perfeito, nem quente nem frio. Por um instante, sentiu como se fosse possível voar, apenas naquele momento. Sentou-se na grama e observou o pôr do sol, sozinha, apenas com seus pensamentos. Lembrou todos os seus momentos, sorrisos, lágrimas, erros, acertos, duvidas.. Tudo. Questionou algumas coisas, arrependeu-se por outras, agradeceu por muitas, sentiu aquele frio na barriga ao relembrar certos momentos.. Era um momento único. Uma fase nova, tempos novos, pensamentos, jeito, ano.. Tudo. Era tempo de renovar, reviver, reinventar. Eram férias, que terminariam logo. Com esse fim, novas responsabilidades, sonhos, angustias, professores.. Era um sentimento inexplicável, em um lugar inexplicavelmente lindo. Se sentiu mais leve, e percebeu que tudo que tinha acontecido até agora, tinha valido a pena. Não voltaria atrás se pudesse, cada erro e cada acerto, foi fundamental para que as coisas dessem certo como davam agora. Guardava segredos consigo, e gostava deles. Cada erro que cometeu, foi prova o suficiente que determinados sentimentos são verdadeiros. Cada sorriso que deu durante todo esse tempo, provou isso mais ainda. Era uma sensação única, de possibilidades, de tudo.. Era inexplicável!---
Mais uma vez, muito obrigada pelos comentários, pelas visitas, e por tudo! Sem os meus leitores, eu não escreveria com tanto gosto. Vocês todos, são muito importantes por aqui, alias, são essenciais!
16 de fevereiro de 2010
e todo mundo diz que ele completa ela, e vice-versa ♪ (...)
Toda vez que caminhava em direção ao encontro dele, ela procurava modos de entender os motivos daquele ato, e toda vez que compreendia os motivos, se dava conta, que não eram os motivos, era o motivo. O amor incondicional que ela sentia. Era confuso, complicado, e provavelmente com defeitos até o pescoço; Mas de uma coisa, não existia pessoa no mundo que fosse capas de duvidar: A sinceridade do que eles sentiam um pelo outro. Era algo inexplicável, por ora, quase inacreditável. Ela, era capas de tudo por aquele amor, e ninguém entendia o por que.. Conselhos e mais conselhos, - das amigas, da mãe, dos amigos.. de todo mundo - de nada adiantavam, o que ela queria, era vê-lo bem, e ter cada vez mais certeza que o fazia feliz. Era apenas isso que fazia ela sorrir, e se sentir bem.14 de fevereiro de 2010
Rapidinha..
- Promete nunca mais fazer isso ? Tu, é tudo que eu tenho, minha vida, meu ar, meu chão, minha razão. Prometa que estarás para sempre comigo ?
E então, com aquela voz grossa, e ao mesmo tempo suave, voz essa, extremamente apaixonante - como tudo nele - ele disse, com a maior sinceridade do mundo:
- Enquanto eu sorrir, apenas por ver você sorrir, enquanto eu me sentir completo perto de ti, e enquanto eu existir, estarás sempre em meu pensamento e em meu coração, prometo.
- Eu te amo.
- Muito. ''
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Sonho de amor, sonho de criança e de adolescente, sonho, apenas sonho. Com uma pitada de realidade. Como todo sonho.
11 de fevereiro de 2010
Amigo Imaginario (...)
O que Ana tinha se chama amiga imaginaria, e todos nós já tivemos uma ou um, algum dia. É divertido, bonitinho, e tudo. Mas tem que ser uma coisa saudável, nossos amigos imaginarios não podem serem os únicos. Quando crianças - principalmente - precisamos conviver com crianças da nossa idade, brincar de tudo, correr, pular, se machucar - não existe infância sem machucados, não é ? - e tudo de bom que essa idade maravilhosa tem. Uma criança que não brinca, tem grandes tendências a ser isolada na adolescencia, e passar por problema psicológico.
Esse mundo on-line onde as crianças de hoje em dia vivem, não ta com nada! Criança precisa de amigos reais, brincar de bonecas, pular corda, correr, rir! Tirem seus filhos do computador, reservem um tempo para eles, e não esqueçam, problemas no trabalho ou em qualquer lugar, não são desculpa para crianças serem esquecidas 'dentro' de computadores e vídeo games. Crianças com problemas de visão, na coluna e principalmente psicológicos, precisam de ajuda o mais cedo possível. Ninguém quer ter um amigo imaginário na adolescencia. Isso além de ser motivo para Bullyng, é preocupante.
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Eu queria primeiro agradecer por todos os comentários, e por todos os leitores! Cada um de vocês é importantíssimo pra mim, e são vocês que me dão força e animação para continuar escrevendo. Muito, muito obrigada a todos!
Depois, eu queria pedir desculpas por postar tão pouco. Não ando tendo muitas ideias, mas sempre que me vem alguma coisa na cabeça tento escrever, as vezes sai texto, as vezes não.
E mais uma vez, muito obrigada por me acompanharem durante mais de um ano de Utopias! Beijos!
1 de fevereiro de 2010
Por que eu sei que é amor.. ♪
Um dia, Rita caminhava sozinha em direção à escola, como de costume, e quando se deu conta, estava caminhando acompanhada, a algumas quadras, em silencio - é claro - por ele. Seu coração pulou de alegria, mas manteu a calma, olhou para o lado, e questionou, o motivo de tal milagre, ele nada disse, apenas assentiu com os olhos, sorriu, e perguntou, sobre as provas, sobre o tempo, sobre tudo. Dali em diante, todos os dias foram assim, ela não caminhava mais sozinha em direção à escola, ela caminhava acompanhada de seu melhor amigo, do seu melhor amor, e isso lhe proporcionava uma felicidade infinita, inexplicável.
Começaram a passar os recreios juntos, e a voltar para casa juntos. Em pouco tempo, ele se deu conta, que estava se apaixonando por Rita, mas se sentia mal, pois sabia que ela era apenas uma amiga, e que nunca olharia pra ele, com outros olhos, que nunca iria sentir o mesmo que ele sentia, e isso o desanimava. Por meses, foram só amigos, um apaixonado pelo outro, sonhando com o outro, sem saberem. Foi então, que quando quase desacreditando que um dia aquele amor fosse reciproco, Pedro, olhou para Rita, e eles se beijaram. Ninguém tomou a iniciativa. Foi como se eles tivessem um lido o pensamento do outro, ou alguma coisa assim.
O relógio marcava 7:26, Rita havia ativado o modo soneca sem perceber, e agora sim Rita estava realmente atrasada, arrumou-se correndo, vestiu a primeira roupa que conseguiu, maquiousse rapidamente, mas mesmo com tanta pressa, estava realmente linda naquela manhã. Saiu de casa, e viu, Pedro passando na frente do portão do prédio. O final dessa historia ? Beeem, ninguém sabe, o que todo mundo sabe, é o começo..
1 de janeiro de 2010
Midnight Kiss
- O que você quer, de ano novo ?
E então eu questiono:
- Não seria natal ?
E ele, mais uma vez com aquela voz perfeita, digna de cinema, ou de paixão apenas, diz, de uma forma que faz meu coração derreter, como todas as outras vezes que ele quer falar alguma coisa perfeita:
- Não, eu quero te dar uma coisa de ano novo, e uma coisa perfeita. - Ok ok, todo mundo sabe que duas coisas aqui não existem: Príncipes encantados e coisas perfeitas, mas, no momento eu sigo acreditando que as duas passaram a existir.
Era sempre assim, e eu sabia, que eu não escutaria os fogos na ora que o ano virasse, eu estaria ocupada demais escutando a voz dele. Então ele me beijou. Depois que nos beijamos, pude ouvir la no fundo, o barulho dos últimos fogos, e então olhei naqueles olhos perfeitos, e com mais certeza do que nunca, disse:
- Era isso que eu queria.
E antes que ele conseguisse dizer qualquer coisa, minha mãe entra no quarto para nos desejar um feliz ano novo, e eu desço para desejar a mesma coisa, para todo mundo.
E assim o meu ano vira, perfeito. ♥
23 de dezembro de 2009
O inimigo do Papai Noel
ome é João, vovô João. Só que na noite de natal, irei virar o Noel, para meus netos e os netos dos meus irmãos, virarei o Papai Noel. Então.. como todos vocês devem ter pensado assim que leram essa noticia, naquela noite mágica, cheia de gente feliz, e sorridente, eu não estarei assim. Estarei bufando de calor, dentro daquela roupa vermelha ridícula e cafona, com aquela barba me penicando, barba essa, que qualquer criança de 2 anos, percebe que é falsa.No momento, a única certeza que eu tenho, é que na noite de natal, eu estarei sentado neste mesmo sofá da sala da minha casa, em que estou agora, contando-lhes essa historia, morrendo de calor, tendo que fingir que eu não sou eu, que eu sou um velhinho que não existe, e que sai por ai gastando seu tempo e seu dinheiro com as crianças que se comportaram direitinho o ano todo, que tem uma voz muito estranha, que eu não tenho a mínima ideia de como eu pretendo imitar na frente de todos os meus familiares, usa um óculos extremamente pequeno, e desproporcional ao seu tamanho, que ainda por cima fala coisas estranhissimas, e passa a festa toda dizendo 'hohoho'. Por que essa historia do 'hohoho' afinal ? Ele está com tanto calor, que começa a latir para expulsar as crianças de perto, e poder tirar aquela fantasia ridícula ? Ou ele acha que as renas dele são cachorros ? Não faço ideia do motivo.
Eu só sei que, o meu inimigo secreto desse ano, seria o idiota que inventou que até no hemisfério sul, que temos um Natal no verão, o papai deve usar essa roupa cafona e morrer de calor.
Sabem de uma coisa.. Eu acho que eu vou é fugir pra praia com os meus netos, e dizer que o papai noel tem medo de àgua. Mesmo odiando praia, nada pode ser pior do que ficar em casa a noite toda, fingindo que sou uma coisa que não existe, e ver os mais velhos rindo do meus desastre a festa toda..
19 de dezembro de 2009
Naquela tarde fria de outono, Maria queria apenas deitar em sua cama, tomar um chocolate quente bem quentinho, e começar a ler aquele livro, que há tanto tempo, prometia para si mesma, que começaria. Deitou em sua cama com inúmeros cobertores, e deixou Nancy - sua gata- acomodar-se em um lugar confortável. Enquanto Maria lia seu livro tranquilamente, percebeu que as coisas não aconteceriam exatamente como ela e Nancy haviam planejado:Maria percebeu, que alguma coisa acontecera, quando Nancy, levantou-se bruscamente, e miou raivosamente em direção a porta, de uma forma, que Maria jamais havia presenciado. Um rato, um outro gato, um cachorro, ou uma pessoa?
Maria ainda não sabia muito bem o que era morar sozinha, em uma casa tão grande. Acostumada, com seu pequeno, porém fino, apartamento no Rio de Janeiro, morar no interior em uma casa grande como aquela, lhe parecia realmente desconfortável e preocupante. Na cidade grande, como costumavam dizer pelo centro da doce cidadezinha em que Maria morava agora, tinha ficado um caso de amor, que durara anos, mas que infelizmente tinha sido desfeito, por causa da mudança repentina de Maria. Nessa tarde, uma das coisas que Maria queria pensar que não existia, era Pedro. Mesmo sem querer pensar nele, o primeiro pensamento que veio em sua cabeça foi ele, o perfume dele, o jeito dele, que realmente, a deixava louca só de lembrar. Nancy não costumava ter esse tipo de atitude nunca, muito menos quando Pedro estava lá. Mas, precisávamos levar em conta, que nenhuma das duas estava completamente habituada a casa nova. Nancy miou mais uma vez, e dessa vez, de uma forma mais assustadora ainda. Maria levantou rapidamente, vestiu o roupão de seda, lilás, que havia ganhado de Pedro no natal passado, junto com uma lingerie lindíssima, e suas pantufas da mesma cor, que eram macias como a seda do roupão, tomou coragem e foi até a sala. Com medo do que à esperava. Sua decepção foi maior, quando perceceu o que era. Um rato.
Ela não sabia, se isso se tornava bom, por não ser ele, ou ruim por - também - não ser ele, só sabia, que precisava ficar amiga dos vizinhos, antes que acontecesse alguma coisa, realmente séria. Voltou para o quarto, trancou a porta, e prometeu, que nunca mais iria pensar que Pedro seria capas de tal romantismo. Disse para si mesma em voz baixa, que historias de amor assim, acontecem apenas em filme.
13 de dezembro de 2009
Professor Tempo, a seu dispor..
'O tempo não cura nada, apenas tira o incurável do centro das atenções'O tempo não termina com nenhuma dor que realmente doeu. Ele apenas dilui a dor em outros problemas, afinal, o tempo passa, e a gente passa por outras coisas, ocupa a cabeça com outros problemas.. O que acontece, é que uma dor real, dói por muito tempo. Tempo suficiente para marcar. O problema, é - como se diz por ai - empurrar os problemas com a barriga, afinal, o tempo é cruel, e não quer nem saber se temos ou não medo de enfrentar os nossos problemas de frente, pois como nós sabemos nem que seja la no mais profundo subconsciente, eles são nossos, apenas nossos, e nós, apenas nós, podemos enfrenta-los de frente, caso contrario, eles continuarão existindo, nos fazendo sofrer, e lembrando-nos a cada momento que sim, eles realmente estão ali e precisavam não estar.
E seria masoquismo não querer resolve-los e continuar tendo que ingeri-los durante os sonhos, os pesadelos, os momentos de reflexão, ou aqueles momentos em que apenas paramos para não pensar em nada, e por fim a única coisa que temos em nossas mentes, são os milhares de problemas mal resolvidos que tivemos por muito tempo..
As vezes, sentimos um desespero enorme por resolve-los, e nos damos conta que não é bem assim, que problemas não se resolvem apenas por querermos que eles se resolvam. Eles se resolvem com calma e tempo. Sem afobações, irritações, ou desespero. Isso é o que mais irrita o seu tempo. Ele não gosta de gente apressada, e é incrível como essa qualidade pode ser tão bem definida nele.
Podemos compara-lo com um professor de matemática, que só da nota para os alunos que estudam e se esforçam durante o ano todo e precisam de décimos no final do ano. Ele despreza os que em Outubro se desesperam e começam a ir bem, mas mesmo assim ficam em recuperação.
O professor tempo, ajuda alunos esforçados, que resolveram todos os problemas o ano todo, e apenas querem continuar resolvendo eles no final do ano, para terem férias com problemas resolvidos. Portanto, não adianta corrermos e tentarmos resolver tudo que não resolvemos o ano todo em 2 meses e meio, e ainda termos o sonho de ter férias tranquilas. Quanto mais afobados ficarmos, menos férias relaxadas teremos.
E não podemos esquecer jamais, que o tempo, não é o melhor remédio, o tempo apenas deixa os problemas se acomodarem, e quando a gente menos espera, os trás a tona, e faz a gente se desesperar para tentar resolve-los. É disso que é feita a diversão do tempo, de desgraça alheia, afinal, todo mundo merece um pouco de desgraça alheia.
Pauta para; Blorkutando
21 de novembro de 2009
Um little caso de amiga da onça..
Leticia, namorava Mário a uns 5 meses mais ou menos, e Marina, morria de inveja, mas ao mesmo tempo, ficava muito feliz ao ver sua amiga da vida inteira feliz e realizada.
O problema, era que Marina sabia, que faltava alguma coisa em sua vida, um amor, olhos claros talvez, e quem sabe até um cabelo liso.. Tudo que Leticia tinha. A verdade, é que Marina morria de inveja de Leticia, mas ninguém sabia, acho que na verdade nem ela sabia muito bem disso, cabelo liso, um amor e olhos claros eram apenas coisas que Marina sempre sonhara, e que sua melhor amiga (quase irmã ) tinha. Mas afinal, que culpa Leticia tinha de ter tudo isso? Nenhuma. A prova de que Marina era uma amiga da onça, disfarçada, veio quando Leticia e Mário tiveram sua primeira briga. Marina ficou com Mário. Como, quando, onde e essas coisas ninguém sabe. O que se sabe, é que todos descobriram, inclusive Leticia, que ficou arrasada, afinal, perdeu a melhor amiga, e o namorado de uma só vez e pelo mesmo motivo.
Marina, apunhalou Leticia pelas costas, e Leticia, tinha todos os segredos de Marina na mão, se realmente desejasse se vingar, estragava a vida amorosa de Marina. Mas não. Ficou triste, muito triste, mas percebeu, que se os dois foram capazes de fazer isso, nenhum era o que Leticia pensava que eram. Hoje Leticia não comenta o fato; Mesmo estando feliz a mais de um ano com seu namorado, ela não gosta de lembrar da historia. Não sabe por que, faz muito, muito tempo, mas a verdade é que a gente nunca esquece quando uma amiga da onça, age contra a gente.
Para; Blorkutando
28 de outubro de 2009
O despertador tocou. Eram 7:20 da manhã, e sua mãe acabara de entrar do quarto, e dizer com uma voz agradável; Bom dia filha! Ela respondeu educadamente, e desatou a chorar, um choro que doía de se ver, e de se sentir. Uma tristeza que ardia no peito, que fazia mal. A ficha tinha caído. Ele iria embora mesmo. Não podia ser verdade. Não podia. Palavra nenhuma explicaria o que ela estava sentindo. Ela queria abraça-lo, ela queria ele. Ela queria o tempo que ainda restava. Não era possível que ele fosse embora. O amor dela. O motivo dela, a razão que ela tinha pra acordar e sorrir, a certeza dela, TUDO pra ela, iria embora, dentro de aproximadamente 3 meses. Não era possível. Pedidos, orações, nada mudaria o destino. Ele iria, e ela.. Não podia fazer nada, isso era o que mais doía. Cada vez era pior a ideia de não te-lo ali, sempre. De não poder contar com ele, com o amor dele.. Realmente, o mundo dela não seria mais o mesmo, ela não saberia o que fazer sem ele. Ela precisava daquele amor, e palavra nenhuma demonstraria isso..
1 de agosto de 2009
...continho
ps; qualquer semelhança com a realidade, mera coincidência.
6 de outubro de 2008
É cada um que me aparece
É cada um que me aparece! Um dia desses de tarde, quando eu estava no MSN, abriu do nada uma janela, daquelas com mais de uma pessoa na conversa sabe?
Eram duas amigas minhas de porto alegre e um guri que eu conhecia de vista. Papo vai, papo vem, ele me adiciona no MSN e eu, logicamente aceito. Sigo falando com ele por mais alguns dias, até que do nada, ele fica meio, como vamos dizer, diferente, e fala coisas do tipo ‘ você é minha’ ‘ eu te amo’. Eu mal conhecia ele... e pior: há uma semana e só pelo msn! Nossa, esse povo me assusta às vezes, certo dia ele me aparece com a seguinte frase ‘ai guria, parece que a tua boca ta dizendo, veeeem, veeem! ’
Tudo que me acorreu no momento foi rir, e eu ri muito, apostei que aquilo era uma brincadeira bem idiota dele, e deixei de lado, até que um dia as coisas pioraram, ele falava coisas idiotas demais, coisas que chegavam a ponto do nojo, detalhe, ele é muito feio, pobre menino!
Ele logicamente foi bloqueado, e um dia desses recebo um recado dele, falando que me amava, o recado não durou um minuto e foi apagado, ignorado, era só o que me faltava, só eu sei tudo que aquela peste me disse.